CONTRIBUIÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL EM GRUPOS DE GESTANTE E ACOMPANHANTE: UMA REVISÃO
ANA PAULA BARÊA COELHO1
SÍLVIA NOGUEIRA CORDEIRO1
ANA PAULA BARÊA COELHO1
SÍLVIA NOGUEIRA CORDEIRO1
1 Grupo de Parto Alternativo, Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) – UNICAMP.
Campinas – São Paulo – Brasil
RESUMO
Objetivo: O artigo escrito visa divulgar o trabalho da Terapia Ocupacional (T.O.) e a contribuição que a mesma pode trazer para gestantes e seu acompanhante, como um recurso para outros profissionais e também, na disponibilização deste serviço de acompanhamento em todo o seu ciclo gravídico-puerperal. Uma demonstração de que por ser ainda desconhecida a atuação da Terapia Ocupacional em grupos de gestantes, acaba por ser confundida com outras profissões. O mesmo visa demonstrar a utilização de técnicas e atividades terapêuticas.
Métodos: Estudo qualitativo exploratório descritivo, que apresenta fundamentos das atividades terapêuticas que são utilizadas como uma forma de alívio de ansiedade, dor e formação de vínculo entre mãe-feto/bebê e seu acompanhante.
Resultados e Conclusões: A dificuldade de se encontrar um material específico sobre o trabalho da Terapia Ocupacional com grupos de gestantes permitiu que este artigo de revisão bibliográfica fosse elaborado. O trabalho deste profissional é muito confundido com o de outros profissionais de diversas outras áreas. Este artigo descreve a demonstração do que este profissional pode fazer em benefício da relação existente entre a humanização e a Terapia Ocupacional em contribuição para um bom atendimento e um bom desempenho das atividades terapêuticas com gestantes e o acompanhante.
ABSTRACT:
Objective: Article writing is intended to disseminate the work of occupational therapy and what contribution it can bring to pregnant women and their companion, as a resource for other professionals and, in providing this service for monitoring throughout the pregnancy and childbirth. A demonstration that as yet unknown role of the occupational therapist in groups of pregnant women, just to be confused with other professions. It aims at demonstrating the use of techniques and therapeutic activities.
Methods: Study with qualitative, exploratory and descriptive nature it brings fundamental of therapeutic activities are uses as a way of relieving anxiety, pain and formation of the bond mommy-baby and his companion.
Results and Conclusions: The difficulty of finding a specific material on works the occupational therapy with groups of pregnant women permitted that this article of a literature review was elaborated. That the work of this training is very confused with that of other professionals of other various areas. This article describe the demonstration of what these professionals can do in benefit of relationship between the humanization and occupational therapy in contribution to a very good attendance and a good performance of therapeutics activities with pregnant women and this companion.
PALAVRAS-CHAVES: gestantes; humanização; terapia ocupacional; atividades terapêuticas;
KEYWORDS: pregnant women; humanization; occupational therapy; therapeutic activities;
INTRODUÇÃO
Mulheres e profissionais de saúde vivenciam o processo parturitivo de maneiras distintas. Há uma crescente preocupação frente à política de humanização dos serviços, mas em especial neste artigo, tratamos do modelo de atendimento prestado para grupos de gestantes e o seu acompanhante, durante o processo de pré-natal até o momento do parto, puerpério e aleitamento10.
O conceito de humanização é amplo e envolve um conjunto de conhecimentos, de práticas e de atitudes que visam à promoção do parto e do nascimento saudável, bem como, a prevenção da mortalidade materna e perinatal. Este tipo de prevenção deve iniciar-se no pré-natal, garantindo que a equipe multiprofissional consiga realizar os procedimentos adequados e que sejam benéficos tanto para a parturiente, quanto para o bebê, evitando intervenções desnecessárias e preservando a sua autonomia4.
No Brasil, as políticas de saúde da mulher restringiram o atendimento basicamente à reprodução humana. Essa abordagem ocasionalmente também, uma fragmentação no atendimento às mulheres, mesmo permitindo este acesso ao serviço para a população feminina existente no país10.
O trabalho de parto e o nascimento estão fora do controle da consciência feminina e ao crescente número de mortes de mulheres, principalmente às ligadas ao ciclo gravídico-puerperal, acabou-se por desencadear mudanças na política de atenção à saúde da mulher10.
O Programa de Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN), instituído pela Portaria do Gabinete Ministerial nº 569, de 01/06/2000, do Ministério da Saúde, têm como enfoque principal, a mulher e o resgate de sua dignidade durante o processo parturitivo, buscando consolidar a transformação da atenção prestada durante a gestação, o parto e o puerpério. O momento do parto é o resultado dos fatores fisiológicos, emocionais e ambientais. Durante a gestação, a mulher sofre alterações físicas e emocionais e por isso, é necessário que durante este período, ela participe juntamente com o seu acompanhante (se caso houver), de uma preparação para o momento do parto10.
Os profissionais que atuam com gestantes devem vê-las como uma “concepção de pessoa humana”, procurar estabelecer mecanismos de interação que desvelem as verdadeiras necessidades e seus significados não devem assumir uma posição superior, vendo as gestantes como pessoas indefesas, fracas e submissas. Com a humanização da assistência, permite-se que estas mulheres e os profissionais de saúde desenvolvam uma relação menos desigual e autoritária, conseguindo chegar a uma interação de igual para igual e, ocasionar o resgate da autonomia feminina e o poder de decisão das mulheres, mais especificamente, no momento do parto, onde as mesmas podem optar pelo parto que desejam e resgatar assim, os partos naturais, sem necessidade de intervenções cirúrgicas desnecessárias (a cesárea ou a episiotomia)7.
Uma intervenção cirúrgica desnecessária pode ser associada na utilização de manobras ou medicamentos desnecessários, os quais podem provocar efeitos colaterais na mãe ou no filho e/ou em ambos. Porém, há uma contradição nos fatos, pois seguindo outro princípio, muito utilizado na medicina, existe também, a estimulação da utilização de tecnologias ou manobras que possam diminuir ou eliminar a dor, principalmente no que se refere à gestação e na hora do parto. Para que o processo parturitivo entre dentro do conceito de humanização, é necessário que aconteçam técnicas naturais, sem efeitos colaterais, permitindo atenuar ou até mesmo eliminar as dores que o parto pode ocasionar. Uma cesárea pode provocar maior intensidade da dor e também, o aumento do seu tempo, diminuindo assim, as possibilidades de conseguir eliminá-la. Ainda dentro deste conceito, é trabalhado o envolvimento de um acompanhante no trabalho de parto e parto, como um fator indispensável e modificador, pois ele transmitirá a segurança necessária para a parturiente e proporcionará um bem estar físico e psicológico a ela, assim como, em seus aspectos emocionais referentes à gestação e ao fortalecimento do vínculo mãe-feto4.
MÉTODOS
Terapia Ocupacional tem por definição, “ser um tratamento das condições físicas, mentais, sociais e emocionais através de atividades específicas e ajudar com isso, as pessoas a conseguirem alcançar o seu nível máximo de independência”. Com relação às necessidades terapêuticas, ela busca a função humana, elevar o perfil das ações motoras e mentais, bem como, reabilitar o paciente através de atividades21.
Os maiores índices de transtornos psíquicos na mulher ocorrem durante o período gravídico-puerperal. A mulher nesta fase necessita de uma atenção especial para manter ou recuperar seu bem estar, prevenindo dificuldades futuras para o filho e também para ela. É muito importante ressaltar que a relação entre a gestante com o seu acompanhante é de extrema importância para a própria relação de ambos durante o processo parturitivo, o qual se inclui da gestação ao parto7.
A presença do pai no processo de gestação, parto e puerpério diminuem o número de partos com utilização de fórceps, o uso de analgesia, da presença de dor, diminuição da taxa incisiva de cesáreas, da ansiedade materna e da duração do parto. Na preparação física e psíquica existe um acolhimento da equipe multiprofissional com o pai e a mãe, facilitando tanto a parte psicológica de ambos, bem como, do bebê que esperam18.
A terapia ocupacional trabalha com o pai, a situação de ansiedade vivida na hora do parto e também, em relação ao próprio parto; o desconhecido, o imprevisível, a tensão e a felicidade21.
Existe um tipo de sentimento que o pai sente e que muitas vezes não são percebidos pelos profissionais no momento da preparação para o parto, é o de frustração; por não conseguir estar presente no momento do parto, ou por algum compromisso de trabalho e/ou de caráter emergencial, ou apenas por não conseguir encarar o momento por aspectos físicos ou psicológicos. Existem muitos pais que até gostariam muito de comparecerem ao parto, mas que por se sentirem mal ou por não conseguirem entrar no Centro Obstétrico, ficam frustrados e isto, deve ser trabalhado durante a preparação, pois evita que o mesmo fique magoado ou triste por não ter conseguido. Tem que ser respeitado o fato de que o mesmo também deve ter o livre arbítrio para não querer aceitar entrar na sala de parto e para isto, a gestante também deve ser preparada anteriormente, para que em caso de isto acontecer, ela já preparar outro acompanhante para estar presente no momento do parto18.
A presença da música em ambientes terapêuticos faz por existir a constatação de ser cada vez mais freqüente, o poder de mobilização emocional da música, levando a refletir sobre a sua utilização, para promover bem-estar e integração em diferentes âmbitos, especialmente, no campo de educar/cuidar em enfermagem. Músicas de aspectos instrumentais, cantigas de ninar, clássicas ou específicas para o relaxamento podem ser muito utilizadas na preparação e no momento das contrações. No momento das contrações, músicas são utilizadas juntamente com massagens corporais e o toque tanto da doula, quanto do acompanhante, para que aconteça a amenização das dores. Por muitas vezes, somente com a presença da música e sem o uso de massagens ou do toque, as dores passam a ficarem menores e pressupõe-se que a mesma tenha também, um efeito analgésico para este tipo de paciente. Na sala de parto, o trabalho com musicoterapia é fundamental para o nascimento do bebê e bem estar da mãe e do acompanhante, pois acontece o alívio das dores, ameniza-se a ansiedade e o medo, além de descontrair toda a parte corporal da mulher1.
A educação e a reorganização somáticas, internas, requerem um diálogo através do tronco cerebral para o tálamo e daí para o córtex, da excitação e do sentimento para a compreensão e a ação. O contato com o próprio corpo é o primeiro passo. Depois é preciso perceber os estados básicos de pulsação, os sentimentos e expressão que restauram a confiança em si mesmo. A máxima satisfação não está na perpetuação de um conjunto de ações e sentimentos fixos, mas na capacidade para ser firme, retrair, inchar, ceder e recuar como respostas alternativas apropriadas às exigências da vida diária. A terapia ocupacional utiliza-se deste método de definição para fazer com que as gestantes tenham o conhecimento de seu corpo. O fato de se conhecer o corpo ajuda muito para a consciência corporal necessária que a gestante necessita ter até o momento do parto, ajuda que seus músculos, articulações e ossos possam ser trabalhados de maneira adequada e tudo isto pode estar ligado ao fator emocional da mesma11.
O fator emocional interfere muito no hábito postural da gestante e está ligado diretamente aos fatores e funções musculares e fisiológicos. Como o tempo todo acontece mudanças no corpo de uma gestante, a primeira coisa, que o terapeuta ocupacional trabalha é a postura e os hábitos posturais desta gestante8.
O parto humanizado é hoje um dos temas mais comentados, pois a eficácia no atendimento e à proporção que se toma a cada nascimento saudável, proporcionando o bem estar de ambos (mãe e bebê) traz para a humanidade, é um ponto muito positivo para a medicina obstétrica moderna4.
O conceito de humanização se refere ao resgate da autonomia e a função humana de cada mulher. É através das atividades grupais, as quais podem ser utilizadas como um recurso terapêutico importante no ciclo gravídico-puerperal, que se trabalha o conceito de humanização junto com a terapia ocupacional5.
As atividades terapêuticas são divididas em duas partes, sendo a primeira, tratada dentro de um aspecto mais teórico, onde o terapeuta ocupacional irá orientar e dar sugestões a gestante, para ajudar na potencialização da realização das atividades cotidianas e na utilização de recomendações e recursos ergonômicos que visam uma adequação de postura e de realização de atividades ocupacionais, prevenindo e tratando suas complicações, sua auto-educação e suas alterações8, 16.
Na segunda parte, é tratada como um aspecto mais prático, onde o terapeuta ocupacional pode contribuir com atividades de yoga, tai-chi-chuan, danças, atividades físicas, relaxamento, massagens corporais, técnicas com bola suíça, atividades em grupo com montagem de um diário do casal e/ou ficha participativa e interativa dentro do grupo, consciência corporal envolvendo a percepção de seu corpo, do outro (pai e filho) e do conjunto todo (mãe, filho e pai), etc16, 20.
CONCLUSÃO
Para conseguir realizar esta revisão bibliográfica foram consultados os bancos de dados: Medline, Lilacs e Scielo, no período: do ano de 1.980 ao ano de 2.008. Primeiramente, foram consultadas palavras relacionadas diretamente com o assunto, ou seja, terapia ocupacional em grupos de gestantes; mas não foi obtido nenhum resultado, pois não existem textos relacionados a este tema na área de terapia ocupacional. Após uma alteração de mudanças de métodos de busca, foram procuradas palavras soltas, tais como: terapia ocupacional, gestantes, humanização, atividades terapêuticas e acompanhantes.
Apesar das dificuldades em conseguir co-relacionar os artigos encontrados, com o trabalho da terapia ocupacional foram concluídos e apresentados artigos científicos de outras áreas, as quais desenvolvem um papel muito parecido com o do terapeuta ocupacional.
A base teórica do grupo de gestantes se caracteriza por ser um espaço onde se desenvolvem atitudes e comunicam-se conhecimentos, pois é interdisciplinar, cumulativa, interdepartamental e de ensino orientado, baseando-se na pré-experiência de cada indivíduo do grupo, constituindo-se numa estratégia para “assistir” pessoas16.
Caracteriza-se por proporcionar um espaço de troca de experiências, onde as pessoas envolvidas estão passando pelo mesmo processo, o da “maternagem”19.
As atividades, enquanto recursos terapêuticos, utilizados no grupo de gestantes proporcionam a consciência corporal da mesma e reforçam o vínculo mãe-feto. O relaxamento é utilizado em forma de exercícios de relaxamento com músicas específicas, visualização de cores tranqüilizantes e favoráveis a uma respiração específica para o momento do parto, trazendo um bem estar não somente físico, mas também, psíquico nas gestantes, proporcionando um aumento de sua disposição e de sua capacidade de concentração e percepção dos movimentos fetais17.
A automassagem e a manipulação do acompanhante na gestante podem ser utilizadas como técnica terapêutica, pois o fato de massagear o corpo todo da gestante ou somente a sua barriga, estimula-se o contato da mãe com o feto, do pai com a mãe e também com o bebê, pois é uma dinâmica muito importante para trabalhar com os sentimentos e com as dúvidas que a gestante tem no processo parturitivo, discutindo temas relacionados ao assunto e ajudando a identificar a importância da função paterna tanto para o bebê, quanto para a mãe. Com isso, consegue-se fazer com que a gestante tenha um entendimento sobre as vantagens que o parto humanizado pode trazer para a parturiente, bebê e acompanhante; e aprender mecanismos que poderão ser utilizados para o alívio da dor, do mesmo e da ansiedade, sem que haja necessidade de se fazer uma analgesia2, 3,17,18.
A presença do acompanhante é um tema muito importante para o trabalho no grupo de gestantes, pois ele dará à mesma, a confiança, a segurança e o laço afetivo necessário para o momento do parto; e podendo ter a oportunidade de participar mais ativamente de todo o processo parturitivo, sem que tenha receios e também, esclarecendo suas dúvidas com os profissionais da equipe multiprofissional18.
O pai quando está presente no momento do nascimento, ajuda a preencher a lacuna existente no cuidado, o reconhecimento de que a mulher em trabalho de parto requer um apoio psicológico e afetivo, pois pela demanda da dinâmica do trabalho hospitalar, os profissionais que oferecem apoio têm pouco tempo para estarem junto das parturientes. É necessário que haja este encorajamento do pai ou da presença masculina no momento do parto, para que o mesmo consiga assumir um papel mais ativo no cuidado da parceira, desde o pré-natal até o puerpério17.
O trabalho em conjunto com a gestante e o seu acompanhante no grupo de preparação é muito significativo não só para os profissionais da área de saúde, mas como, para todos os envolvidos nesta parte da vida do casal, que é única e importante16.
É muito importante ressaltar que a escolha do tema deste artigo de revisão bibliográfica foi feita através da dificuldade encontrada diante do assunto relacionado, pois as informações sobre grupos de gestantes são muito difíceis de serem tratadas na área em questão, ou seja, a terapia ocupacional.
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