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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Vale a pena ler - Terapia Ocupacional com crianças - Paralisis Cerebral

A Terapia Ocupacional no tratamento da Paralisia Cerebral

TRATAMENTO


A dinâmica do trabalho da Terapia Ocupacional se dá através de anamnese junto à família.

A avaliação da criança com Paralisia Cerebral em Terapia Ocupacional envolve os aspectos: cognitivo, emocional, comunicação, coordenação motora global e fina, habilidades manuais (preensão, atividades bimanuais, dominância manual, força muscular, uso funcional dos membros superiores), integração perceptivo-sensorial (percepção tátil, controle visual, percepção auditiva), habilidades sociais, grau de independência nas Atividades de Vida Diária (alimentação, higiene, vestuário).

O ponto de partida da avaliação é a atividade da criança em relação ao ambiente.
Na Paralisia Cerebral, a ênfase é dada às reações posturais, habilidades motoras e organização da criança diante das atividades e situações.

O plano de tratamento é baseado na avaliação inicial, nas necessidades individuais. Na Paralisia Cerebral, existem particularidades de tratamento (princípios norteadores) de acordo com os tipos de paralisia cerebral: espástica (quadriplegia, diplegia, hemiplegia), atetóide, atáxica.

Mas, em geral, a Terapia Ocupacional atua no sentido de aumentar o grau de funcionalidade global, conduzindo a criança para novas aprendizagens, dentro dos objetivos traçados na avaliação.

De acordo com o método Bobath, o brincar é o trabalho da criança, e é onde a criança pratica habilidades e ensaia papéis. Conforme o brincar se desenvolve, torna-se organizador das habilidades. O sucesso da criança reforça a repetição e providencia as bases para a aprendizagem e o desenvolvimento. O brincar leva ao domínio de muitas habilidades necessárias para o crescimento e a vida adulta.

Desta forma, as brincadeiras são integradas aos objetivos do tratamento em Terapia Ocupacional, e serão propostas atividades para encorajar a criança a desenvolver novas habilidades.

Alguns princípios gerais de tratamento na Paralisia Cerebral podem ser delineados, como:

- Preparação para a função: alongamento da musculatura encurtada, motivado sempre por uma tarefa, mobilidade a partir dos pontos chaves facilitando posturas adequadas, alinhamento corporal, regulação do tônus, controle motor e facilitação do desenvolvimento normal.

- Estruturação do ambiente, permitindo sua exploração pela criança.

- Desenvolvimento de hábitos independentes para brincar ou trabalhar, preparando a criança para a escola, vida social. As AVDs representam um papel fundamental no trabalho da Terapia Ocupacional.

Neste trabalho é importante levar em consideração os recursos disponíveis da casa e as necessidades da criança e da família, para a confecção de adaptações.

São observados pontos como: o tipo de habitação, como a criança pode se locomover no seu espaço, como dorme, onde brinca, como é o banheiro, onde estão suas roupas, onde toma suas refeições, quem brinca com a criança em casa e onde brinca, se vai ao quintal, aos vizinhos, ao supermercado, etc.

Finalmente, o trabalho da Terapia Ocupacional estende-se também à orientação escolar, pois a criança com paralisia cerebral necessitará de adaptações, assim como a escola poderá ter que fazer algumas modificações na sala de aula, banheiros, pátio.
Atualmente, com a inclusão de crianças com deficiência nas escolas regulares, torna-se importante capacitar a escola para receber estas crianças. O terapeuta ocupacional pode orientar a equipe escolar em relação às adaptações necessárias a cada caso, por exemplo: cadeira com braços, apoio para os pés, barras na lousa e nos banheiros, engrossadores de lápis, tapetes antiderrapantes na cadeira, fixação do papel ou caderno na mesa ou carteira.

Além das possibilidades de adaptação do mobiliário e do ambiente, é fundamental também a orientação quanto ao posicionamento correto ao sentar, ao ser colocada em pé, apoio dos membros superiores, a facilitação de posturas que inibam reações associadas que podem prejudicar a realização das atividades propostas.


Referências Bibliograficas:

Site acessado em 11/09/2007: http://www.niee,ufrgs.br/hpmoise/body_pc.html.
Site acessado em 11/09/2007:
http://www.cruzverde.org.br/ParalisiaCerebral/paralisiacerebral.html
Site acessado em 11/09/2007:
http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/bobath2.htm
ZUHRT, Renate. Desenvolvimento Motor Da Criança Deficiente.Editora Manole Ltda. 4 ed. São Paulo, 1983.
FATTINI, A. C.; DANGELO G.J. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. Editora Atheneu, 2ª edição, São Paulo, 2001.
O' SULLIVAN, B. S; SCHMITZ, J. T. Fisioterapia, Avaliação e tratamento. Editora Manole LTDA. 2ª Edição, São Paulo, 1993.
CAMPION, R. M. Hidroterapia princípios e prática. Editora Manole LTDA. 1ª Edição, São Paulo, 2000.
SCHWARTZMAN, José Salomão. Paralisia Cerebral. In: Temas sobre Desenvolvimento. São Paulo, v.3, n.13, p.4-21, 1993.
Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao autor:
Deficiência Física: Paralisia Cerebral Infantil publicado 20/11/2008 por Evandro Caversan de Godoy em http://www.webartigos.com
Fonte: http://www.webartigos.com/articles/11558/1/Deficiencia-Fisica-Paralisia-Cerebral-Infantil/pagina1.html#ixzz0t1W

O que é ESCOLIOSE? Você sabe?

A coluna vertebral possui 3 tipos de curvas: a lordose, a cifose e a ESCOLIOSE . A lordose é presente na coluna cervical e na coluna lombar e a cifose é presente na coluna torácica. A presença dessas duas curvas é NORMAL nesses níveis acima, fazendo parte das curvaturas normais da coluna. Apenas em casos em que a lordose e a cifose aparecem em grau aumentado é que são consideradas anormais e devem ser investigadas. Há vários tipos de escoliose, sendo a mais freqüentPaciente com escolisee a do adolescente, sobre a qual se refere este texto.
                A escoliose é uma curva SEMPRE anormal na coluna vertebral. Esse tipo de curva aparece no plano coronal, isso é, aparece quando olhamos a pessoa ou “de frente” ou “de costas”, diferentemente da lordose e cifose, que são vistas quando olhamos a pessoa “de lado”.
                A escoliose é muito mais freqüente em meninas do que em meninos (cerca de 6 vezes). Ela não possui origem conhecida, mas sabe-se que é devida a uma malformação nas cartilagens de crescimento das vértebras. É por esse motivo que o diagnóstico é realizado geralmente na adolescência, quando ocorre o período de maior crescimento.               



Radiografia



O diagnóstico de escoliose é feito pelo exame clínico e pela radiografia (raio-x). A curvatura na radiografia deve apresentar pelo menos 10 graus para o diagnóstico de escoliose ser confirmado. Essa medida é feita pelo médico com o uso de uma régua chamada de goniômetro. Muitas vezes, o diagnóstico de escoliose é realizado quando o paciente realiza um raio-x de tórax ou de abdome solicitado por um médico que não ortopedista e é vista a deformidade. Para a medida correta da curva, é necessária uma radiografia panorâmica da coluna vertebral.







                O tratamento da escoliose do adolescente depende da idade do paciente, do grau de maturação óssea (vista na radiografia), do tempo decorrido da primeira menstruação nas meninas e no grau e tipo de curva vista na radiografia.
                Geralmente os pacientes com curvas entre 10 e 20 graus são observadas. O tratamento inclui atividade física e fortalecimento muscular. A fisioterapia pode ajudar com exercícios e alongamento e com a melhora da postura. É importante o seguimento médico para o acompanhamento da evolução da curva, isso é, para ver se há piora da escoliose
                Os pacientes adolescentes com curvas entre 20 e 40 graus podem ser tratados com colete, dependendo da idade, maturação óssea e tempo decorrido da primeira menstruação (no caso das meninas). Os coletes utilizados são o de Boston (que vai da cintura até as axilas) ou o de Milwalkee (que vai da cintura até o queixo), dependendo do tipo e da altura da curva. O colete é utilizado até o fim do crescimeto ósseo, que geralmente ocorre entre 16 a 18 anos nos meninos e cerca de 3 anos após a primeira menstruação nas meninas.

   Colete de Boston

Colete de Milwalkee
                Os pacientes com curvas acima de 40 graus devem ser avaliadas quanto à possibilidade de necessitarem de cirurgia. Isso também vai depender da idade e outros fatores já citados.

Escoliose-Tratamento cirúrgico


                Cirurgia: a cirurgia para correção da escoliose possui 2 objetivos: 1- a correção da curva, com melhora do padrão estético e também a interrupção da piora da escoliose. Com a cirurgia, as vértebras são fixadas em uma posição desejada, ocorrendo uma fusão entre elas. Isso promove uma correção da curva e uma grande melhora estética, gerando grande satisfação para o paciente. Outro resultado da cirurgia é a interrupção da piora da escoliose. Após a fusão das vértebras operadas, ocorre um estacionamento da curva na mesma posição em que foi deixada após a cirurgia.
                A recuperação após a cirurgia não é complexa. O paciente fica em pé e caminha no segundo dia após a cirurgia, geralmente recebendo alta do hospital em menos de 7 dias. O uso do colete após o procedimento é de escolha do médico, podendo ser utilizado dependendo do caso ou do resultado da cirurgia.
                Como qualquer cirurgia, a correção da escoliose também pode apresentar riscos e complicações. Entre as complicações mais freqüentes encontram-se a infecção e a dor pós-operatória, que geralmente não é grande, sendo geralmente resolvida com medicações.
                Para maiores esclarecimentos, procure um Médico Ortopedista especialista em Coluna Vertebral.                                                                     

Paralisia Cerebral

A paralisia cerebral, também conhecida como encefalopatia crônica não progressiva, refere-se a várias condições de saúde não completamente curáveis que atingem uma ou mais regiões cerebrais e, por extensão, os movimentos corporais e o complexo muscular, desencadeadas pela carência de oxigênio das células do cérebro.

Normalmente estas lesões são provocadas ao longo da gravidez, durante os trabalhos de parto ou logo após sua conclusão. Estes problemas podem também se manifestar no período da infância. Embora seja ainda irreversível, os danos causados à musculatura podem ser parcialmente eliminados com as terapêuticas apropriadas.
Além do mais, a paralisia cerebral não é essencialmente uma enfermidade que segue uma linha progressiva, apesar de, muitas vezes, alguns distúrbios menores se revelarem, como, por exemplo, contrações involuntárias dos músculos, os quais podem avançar, ser amenizados ou estacionarem ao longo do tempo.
É fundamental para o bem-estar do paciente que se descarte qualquer preconceito em relação ao seu desempenho mental, pois se sabe hoje que ele tem um desenvolvimento intelectual dentro dos parâmetros da normalidade, a menos que os campos cerebrais atingidos sejam aqueles aos quais se atribuem as funções do pensamento e da memória.
O problema é que, às vezes, as faculdades de ver, ouvir ou falar são afetadas, o que impede que os conhecimentos emitidos sejam devidamente processados ou expressos. Assim, nestes casos, as pessoas portadoras destas necessidades especiais são equivocadamente consideradas como deficientes mentais.
O diagnóstico e as terapêuticas adequadas a esta doença são realizados por neurologistas infantis; o mestre, nesta área, é o Professor Antônio Branco Lefévre, titular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, falecido em 1981. Ele é visto como o pai desta disciplina em nosso país.
Vários pesquisadores concordam que a expressão ‘paralisia cerebral’ não é a mais apropriada para a compreensão deste distúrbio, que muitas vezes foi sinônimo de ‘invalidez’, condição que impossibilita a pessoa de trabalhar ou de exercer a sua profissão, mas, mesmo assim, na falta de uma terminologia melhor, ela vem sendo utilizada amplamente pelos profissionais desta área.
A Paralisia cerebral pode, de acordo com a esfera afetada, provocar deficiência mental, epilepsia, problemas na visão, comprometimento do comportamento, da linguagem ou distúrbios ortopédicos. O tratamento varia conforme a natureza desta enfermidade. No caso, por exemplo, dos ataques epiléticos, é necessário controlar as crises; quando há espasmos, devem ser tomadas providências para contê-los; nos quadros em que membros superiores e/ou inferiores são atingidos, é preciso evitar contrações musculares e desfigurações.
A terapêutica é sempre interdisciplinar, pois para sua maior eficiência devem unir-se os esforços de médicos, psicólogos e fisioterapeutas. Algumas causas da Paralisia Cerebral podem ser listadas; no período anterior ao nascimento, destacam-se a rubéola, a sífilis, a toxoplasmose, a AIDS, o consumo de drogas, álcool e fumo; durante o parto, são mais comuns as hemorragias intracranianas; no intervalo do pós-parto podem ocorrer traumas cerebrais, meningites, convulsões, desnutrição, entre outros problemas.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paralisia_cerebral
http://www.paralisiacerebral.net/pcerebral.shtml
http://www.dedosdospes.com.br/html/pc.htm

Envelhecimento prejudica tomada de decisões racionais, diz estudo

30/09/2013 16h35 - Atualizado em 30/09/2013 16h35

Cientistas da Austrália e dos EUA analisaram 135 pessoas de 12 a 90 anos.
Riqueza, saúde e política são as áreas mais afetadas por escolhas ruins.


Tanto adolescentes quanto idosos são mais alheios aos riscos (Foto: Raphael Buchler/Image Source/Arquivo AFP)Tanto adolescentes quanto idosos são mais alheios
a eventuais riscos que podem decorrer de decisões
(Foto: Raphael Buchler/Image Source/Arquivo AFP


O processo de envelhecimento afeta, entre outras funções cerebrais, a capacidade que uma pessoa tem de fazer escolhas racionais, aponta um novo estudo coordenado pela Universidade de Sydney, na Austrália, em parceria com as universidades Yale e de Nova York, nos EUA.
Os resultados foram publicados na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS) desta segunda-feira (30).
A cientista Agnieszka Tymula e seus colegas examinaram diferenças na tomada de decisões em 135 indivíduos entre 12 e 90 anos, com foco na racionalidade, na consistência das escolhas e nas preferências de cada um diante de riscos conhecidos e desconhecidos, envolvendo perda ou ganho de dinheiro.
Segundo os autores, adultos com 65 anos ou mais – mesmo saudáveis – tomaram decisões "surpreendentemente inconsistentes" em comparação com os voluntários mais jovens, o que revela uma perda nessa habilidade cognitiva de forma semelhante a outros declínios funcionais relacionados à idade avançada.
Ao observar como os idosos avaliam os riscos na hora de fazer escolhas, os pesquisadores identificaram um comportamento semelhante ao dos adolescentes. Isso significa que, ao longo da vida, parece haver uma curva em forma de U invertido que guia as pessoas: os riscos são ignorados no início, depois levados em conta na meia-idade, até voltarem ao primeiro estágio.
Essas decisões pouco racionais podem envolver desde temas ligados à riqueza (idosos assumem empréstimos com taxas de juros mais altas ou subestimam o valor de seus imóveis), até à saúde (falham ao escolher planos de saúde adequados) e à política (são mais propensos a cometer erros em votações).
No entanto, os cientistas destacam que a população acima dos 65 anos continua crescendo em todo o mundo, mesmo com a saúde e a qualidade de vida prejudicadas. Cerca de 13% dos idosos com mais de 71 anos sofrem de algum tipo de demência e 22% apresentam um declínio cognitivo grave, segundo os autores.

Síndrome de Moebius - Importante!

A síndrome de Moebius  consiste em um raro distúrbio neurológico complexo, caracterizado por paralisia não progressiva dos nervos cranianos VII e VI, tipicamente bilateral, resultando pouca expressividade facial e estrabismo convergente.

Foi descrita primeiramente no ano de 1892, pelo médico neurologista Julius Moebius. A etiologia desta síndrome ainda não foi elucidada. Alguns estudos sugerem que ocorre uma deficiência na formação do nervo motor que inerva a face. Já outros estudos apontam ausência de musculatura que permite a realização de movimentos faciais. Alguns estudiosos acreditam que esta patologia seja hereditária, enquanto outros dizem que a causa é teratogênica.
Esta síndrome pode ser classificada de duas formas:
  • Síndrome de Moebius clássica: corresponde a 60% dos casos e caracteriza-se, na maior parte dos casos, por paralisia bilateral completa ou incompleta dos nervos faciais e abducente.
  • Síndrome de Moebius ligada a outras anomalias: corresponde a 40% dos casos.
Além dos nervos facial e abducente, em certos casos, os nervos glossofaríngeo e o hipoglosso também podem ser afetados. Uma vez que cada nervo é encarregado por uma região facial, de acordo com o nervo acometido em cada caso o conjunto de manifestações clínicas se altera. Contudo, as mais freqüentes são:
  • Falta de expressão facial (face em máscara);
  • Inabilidade para sorrir;
  • Estrabismo convergente;
  • Ausência de movimentação ocular lateral e de piscar;
  • Fissura palpebral;
  • Problemas para fechar os olhos, com conseqüente ressecamento da córnea;
  • Fraqueza muscular na região superior do corpo;
  • Hipoplasia mandibular e maxilar;
  • Sialorréia;
  • Palato alto e estreito;
  • Língua formada incorretamente;
  • Alterações da arcada dentária;
  • Alterações na fala;
  • Problemas auditivos;
  • Polidactilia e sindactilia;
  • Miopatia primária;
  • Hérnia umbilical;
  • Atraso mental;
  • Pés tortos congênitos;
  • Contratura flexora do joelho e tornozelos.
O diagnóstico clínico pode ser feito após o nascimento, sendo detectada uma falta de expressão facial no recém-nascido, bem como uma ausência de sucção, resultando em uma alimentação assistida para o bebê. Também é observado o fechamento incompleto das pálpebras durante o sono, conhecido como fenômeno de Bell. Além disso, o paciente não possui visão periférica, em conseqüência do estrabismo convergente, fazendo com que o mesmo faça constante movimento de rotação da cabeça para os lados.
Esta síndrome não possui cura até o momento; todavia, o tratamento visa proporcionar uma melhor qualidade de vida ao paciente, abrangendo procedimentos cirúrgicos (ortopedia e estrabismo), fisioterapia, fonoterapia e terapia ocupacional. Recomenda-se também o uso de lágrimas artificiais, instrumentos para alimentação e selo ocular noturno. É preciso dar atenção especial à cavidade bucal destes pacientes, uma vez que estes são mais susceptíveis ao desenvolvimento de cáries e doenças periodontais. Em casos de presença de alterações neurológicas, o neurologista pode receitar alguns medicamentos.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Moebius
http://www.virtual.unifesp.br/servicos/moebius/info_oque.htm
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-282X2001000500031&script=sci_arttext
http://www.cidadesp.edu.br/old/publicacoes/revista_odontologia/revista_odontologia_3/sindrome_moebios.pdf
http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/neuro/moebius_camila.htm