O que pode (e não pode) fazer
A primeira coisa que precisa ser aceita é que, por você ser um "forasteiro" (alguém que não sofre com um Transtorno Alimentar), existem muitas coisas que não pode fazer pra ajudar uma pessoa da sua família, ou mesmo um amigo, a melhorar. Não pode forçar uma anoréxica a comer, evitar que uma bulímica induza o vômito ou impedir que um Comedor Compulsivo pare de comer demais.
A primeira coisa que você precisa ter consciência ao saber que uma pessoa querida sofre com um Transtorno Alimentar, é que você não deve se focar imediatamente na comida ou nos hábitos alimentares dessa pessoa. Todas as formas de Transtorno Alimentar são baseadas nos estados emocionais e seus comportamentos são somente um sintoma de seus problemas relacionados às emoções e sentimentos. Como foi dito várias vezes neste site, o transtorno alimentar está ligado a tentativas de a pessoa esconder, controlar, qualificar, evitar e/ou esquecer de suas dores, mágoas, stress ou mesmo a auto-rejeição.
Se você é responsável por um(a) jovem menor de 18 anos, a questão já é diferente. Você vai ter que encarar decisões difíceis em relação aos cuidados que deverá ter para com seu(sua) filho(a). Terá de ignorar seus pedidos de "não me obrigue", e as promessas de que seu comportamento vai mudar daqui pra frente e que não fará mais o que fazia. Deve ficar muito atento(a) ao que está acontecendo com seu(sua) filho(a) e até mesmo poderá ter de forçá-lo(a) a ir a médicos e/ou hospital. Tenha em mente que os Transtornos Alimentares são doenças graves e podem até matar.
Se você não é parente ou responsável por quem está com Anorexia, Bulimia ou qualquer outro Transtorno Alimentar, ou ainda, se o seu(sua) filho(a) for maior de 18 anos, então não poderá obrigá-lo(a) a procurar ajuda. Mas pode ajudar e encorajar essa pessoa, e delicadamente demonstrar sua preocupação, e a melhor coisa que poderá fazer é aprender a ser um ouvinte atento.
Na maioria dos casos, será importante que cada pessoa que passa por um Transtorno Alimentar encontre o estilo de recuperação que funcionará para ele. Terapia individual, grupo de ajuda, clínicas, internação, terapia ocupacional, uma combinação de todos estes ou de alguns ou mesmo nenhum dos que sugerimos acima e sim um outro tipo de tratamento completamente diferente... Existem muitas opções... Mostre para ele este site, ajude a pessoa a obter mais informações se ele/ela estiver aberto(a) a ajuda. Seja um incentivador - podem haver muitos obstáculos no caminho da recuperação, então seja a pessoa que mostra confiança em sua recuperação. Esteja presente pra ouvir e falar.
Para quem tem Anorexia ou a Bulimia e está com os sintomas que descreveremos, é essencial que a pessoa seja encorajada a buscar tratamento: Tonturas, fadiga, desmaio, sensibilidade ao frio, dores no peito, formigamento nas mãos ou pés, sangue nas fezes ou no vômito, dores de estômago, incontinência intestinal ou diarréia, ou perda de 25% de seu peso rapidamente.
Esteja ciente de que não há muito que você possa fazer sendo um "forasteiro". Depende da própria pessoa que está com o Transtorno Alimentar decidir quando estará pronta para enfrentar os problemas emocionais que o levaram a um Transtorno Alimentar. Só a própria pessoa é que poderá decidir que tipo de tratamento quer fazer e ninguém poderá fazer essa escolha em seu lugar. Só ela poderá decidir que quer melhorar.
Nos casos mais graves de Anorexia e Bulimia, o tratamento dará prioridade ao restabelecimento da saúde do paciente e a partir daí se iniciará a terapia. Já para os casos onde a vida da pessoa não está correndo perigo, já se dará inicio a terapia. Infelizmente, com grande freqüência, os pacientes põem sua vida em risco antes de procurarem ajuda ou mesmo durante o tratamento. Muitas vezes ocorre também de os pacientes recém saídos da internação, não darem continuidade ao tratamento, porém em pouco tempo são readmitidos a internação. Essa situação se prolongar por anos e será cada vez mais penoso tanto emocionalmente quanto fisicamente, mas no final das contas, só o próprio paciente poderá decidir se quer mesmo melhorar.
Muitas vezes, eles sentem medo ou vergonha de pedir ajuda. Geralmente, eles acreditam que não são merecedores de tratamento e ajuda.
A primeira coisa que precisa ser aceita é que, por você ser um "forasteiro" (alguém que não sofre com um Transtorno Alimentar), existem muitas coisas que não pode fazer pra ajudar uma pessoa da sua família, ou mesmo um amigo, a melhorar. Não pode forçar uma anoréxica a comer, evitar que uma bulímica induza o vômito ou impedir que um Comedor Compulsivo pare de comer demais.
A primeira coisa que você precisa ter consciência ao saber que uma pessoa querida sofre com um Transtorno Alimentar, é que você não deve se focar imediatamente na comida ou nos hábitos alimentares dessa pessoa. Todas as formas de Transtorno Alimentar são baseadas nos estados emocionais e seus comportamentos são somente um sintoma de seus problemas relacionados às emoções e sentimentos. Como foi dito várias vezes neste site, o transtorno alimentar está ligado a tentativas de a pessoa esconder, controlar, qualificar, evitar e/ou esquecer de suas dores, mágoas, stress ou mesmo a auto-rejeição.
Se você é responsável por um(a) jovem menor de 18 anos, a questão já é diferente. Você vai ter que encarar decisões difíceis em relação aos cuidados que deverá ter para com seu(sua) filho(a). Terá de ignorar seus pedidos de "não me obrigue", e as promessas de que seu comportamento vai mudar daqui pra frente e que não fará mais o que fazia. Deve ficar muito atento(a) ao que está acontecendo com seu(sua) filho(a) e até mesmo poderá ter de forçá-lo(a) a ir a médicos e/ou hospital. Tenha em mente que os Transtornos Alimentares são doenças graves e podem até matar.
Se você não é parente ou responsável por quem está com Anorexia, Bulimia ou qualquer outro Transtorno Alimentar, ou ainda, se o seu(sua) filho(a) for maior de 18 anos, então não poderá obrigá-lo(a) a procurar ajuda. Mas pode ajudar e encorajar essa pessoa, e delicadamente demonstrar sua preocupação, e a melhor coisa que poderá fazer é aprender a ser um ouvinte atento.
Na maioria dos casos, será importante que cada pessoa que passa por um Transtorno Alimentar encontre o estilo de recuperação que funcionará para ele. Terapia individual, grupo de ajuda, clínicas, internação, terapia ocupacional, uma combinação de todos estes ou de alguns ou mesmo nenhum dos que sugerimos acima e sim um outro tipo de tratamento completamente diferente... Existem muitas opções... Mostre para ele este site, ajude a pessoa a obter mais informações se ele/ela estiver aberto(a) a ajuda. Seja um incentivador - podem haver muitos obstáculos no caminho da recuperação, então seja a pessoa que mostra confiança em sua recuperação. Esteja presente pra ouvir e falar.
Para quem tem Anorexia ou a Bulimia e está com os sintomas que descreveremos, é essencial que a pessoa seja encorajada a buscar tratamento: Tonturas, fadiga, desmaio, sensibilidade ao frio, dores no peito, formigamento nas mãos ou pés, sangue nas fezes ou no vômito, dores de estômago, incontinência intestinal ou diarréia, ou perda de 25% de seu peso rapidamente.
Esteja ciente de que não há muito que você possa fazer sendo um "forasteiro". Depende da própria pessoa que está com o Transtorno Alimentar decidir quando estará pronta para enfrentar os problemas emocionais que o levaram a um Transtorno Alimentar. Só a própria pessoa é que poderá decidir que tipo de tratamento quer fazer e ninguém poderá fazer essa escolha em seu lugar. Só ela poderá decidir que quer melhorar.
Nos casos mais graves de Anorexia e Bulimia, o tratamento dará prioridade ao restabelecimento da saúde do paciente e a partir daí se iniciará a terapia. Já para os casos onde a vida da pessoa não está correndo perigo, já se dará inicio a terapia. Infelizmente, com grande freqüência, os pacientes põem sua vida em risco antes de procurarem ajuda ou mesmo durante o tratamento. Muitas vezes ocorre também de os pacientes recém saídos da internação, não darem continuidade ao tratamento, porém em pouco tempo são readmitidos a internação. Essa situação se prolongar por anos e será cada vez mais penoso tanto emocionalmente quanto fisicamente, mas no final das contas, só o próprio paciente poderá decidir se quer mesmo melhorar.
Muitas vezes, eles sentem medo ou vergonha de pedir ajuda. Geralmente, eles acreditam que não são merecedores de tratamento e ajuda.
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