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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

CUBO MÁGICO E TERAPIA OCUPACIONAL

O cubo mágico estimula o raciocínio lógico e as habilidades motoras finas.

O cubo mágico foi criado em 1974, pelo arquiteto Erño Rubik. Na época, era professor de Desenho de Interiores de uma universidade em Budapeste (Hungria) e precisava de um objeto que representasse perfeitamente uma forma geométrica tridimensional. Ele, então, inventou o cubo mágico, também conhecido como Cubo de Rubik. Ele é um excelente material de estimulação motora para crianças que possuem problemas coordenação motora grossa e fina, servindo de exercício para os dedos, mãos e punhos. Ajuda na função bi manual e na manipulação das mãos. É também um estimulador pedagógico porque trabalha muitos conteúdos matemáticos como as formas geométricas planas e espaciais, simetria e serve como resolução de problemas. Além disso, é estimulante mental, pois desenvolve o raciocínio.
Como material de estimulação, a criança não precisa completar o jogo. Basta que gire as faces do cubo. E nessa tentativa irá exercitando até que se canse ou desista.  O que importa é o exercício realizado. Temos três tipos de cubos mágicos: o sensorial (para crianças até 01 ano), o cubo mágico intermediário (os cubos mágicos, nos quais elas aprendem a abrir e fechar um velcro, zíper e fivela e, que pode ser de pano ou material plástico, coloridos ou com figuras de personagens infantis, indicado para crianças de 01 ano até 03 anos) e os cubos mágicos tradicionais coloridos (que são indicados para crianças de 03 anos até 06 anos).
Existem várias maneiras de se confeccionar um cubo mágico, podemos trabalhar com placas de EVA, com sucata (utilizando caixas de pasta de dente), uma almofada e bloquinhos de isopor.

CUBO MÁGICO SENSORIAL: 






CUBO MÁGICO INTERMEDIÁRIO:




CUBO MÁGICO COLORIDO:




            Outra opção de atividade que pode ser realizada com as crianças, com o mesmo propósito do cubo mágico, é a montagem de um papelão com bicos de garrafas, ou potes de produtos com roscas, colados um do lado do outro, onde o objetivo será o me rosquear, colocando e tirando, as tampas dos mesmos.



            Outros exemplos de atividades são: a colocação de elásticos em uma lata de massa de tomate; uma caixa perfurada, onde possam ser colocados macarrões parafusos ou penne encaixados pela criança; um boliche de papel higiênico ou com garrafas de pesos diferenciados, onde a criança possa jogar a bola e o objetivo será o de caírem todos os pinos; montar um quebra cabeças com palitos de sorvete; passar por baixo de elásticos ou barbantes, segurando uma bola nas mãos; e fazer bola ao cesto ou bola em buracos com alturas diferentes (do tipo boca de palhaço, em festas).








Ana Paula Barêa Coelho
CREFITO-3: 10.261/TO

Terapeuta Ocupacional
Agosto/2015

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